Núcleo de Quirpraxis Dr. Braghini
História da Quiropraxia
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O fundador da moderna QUIROPRAXIA foi Daniel David Palmer. Palmer nasceu em Port Perry, Ontário, Canadá, em 7 de março de 1845. Quando tinha 11 anos, a pequena mercearia de seu pai faliu, deixando sua família com poucas opções, a não ser recomeçar a vida, e partiram para os Estados Unidos. Daniel e seu irmão mais novo não puderam seguir com a família, e ficaram trabalhando na fábrica de seu tio, mas logo se viram obrigados a abandonar os estudos. Somente em 1865, Palmer e seu irmão seguiram para Iowa, para reencontrar sua família. D.D. Palmer trabalhou em várias atividades dentre as quais, foi professor - em sua própria escola - plantou morangos e teve uma mercearia.

 

D.D. Palmer foi um autodidata - como muitos na virada do século - e possuía uma insaciável sede de conhecimento, além de ser profundamente religioso. Sua infinita curiosidade o levou a ler livros científicos, desde a filosofia do vitalismo até a ciência pragmática. Seus estudos incluíam naturopatia, alopatia, medicina eclética, homeopatia, fisioterapia e osteopatia. Mas D.D. Palmer se sentiu atraído pelo trabalho dos terapeutas magnéticos e passou a praticar essa técnica. Na teoria da magnetoterapia, um campo magnético permeia o corpo, e algumas doenças poderiam ser curadas por influência de um terapeuta que soubesse como utilizar essa força magnética. Desde o princípio, D.D. Palmer fazia parte do grupo de profissionais que buscava uma medicina livre de medicamentos. Palmer começou a praticar em Burlington, Iowa por volta de 1886, e um ano depois já estava em Davenport, onde começa a trabalhar numa clínica, a Ryan Building. Em 1887, o Davenport City Directory trazia a seguinte propaganda:


D.D. Palmer

Cures without Medicine

Ryan Block Building

Publisher of the Educator


Foi nesse local que ele fez a descoberta que mudou a história das artes de cura.


A Evolução da Quiropraxia

O primeiro ajuste quiroprático registrado foi realizado em 18 de setembro de 1895. Nessa época, Palmer tentava entender a causa e efeito das doenças. Seu paciente, Harvey Lillard, era um servente que trabalhava nesse mesmo hospital. Lillard referia que, há 17 anos, ao fazer um esforço ouviu um estalido em suas costas e, a partir daí, passou a apresentar uma deficiência auditiva. Palmer examinou sua coluna para ver se descobria algo. D.D. Palmer observou uma saliência em suas costas e, suspeitou que uma vértebra poderia estar fora de “alinhamento” e “pinçando” um nervo que estaria envolvido com a audição de Lillard. Com uma admitida não-refinada técnica, Palmer ajustou a vértebra com um empurrão firme. Lillard ficou excitado ao ouvir os sons que vinham da rua. Depois de várias sessões, muito da audição de Lillard estava restaurada. Nascia assim a Quiropraxia (Chiropractic). Palmer escreveu: “O exame mostrou uma vértebra fora de sua posição normal. Eu raciocinei que, se esta vértebra fosse reposicionada, a audição deveria ser restaurada... Eu restaurei a posição da vértebra usando o processo espinhal como alavanca, e rapidamente o homem passou a ouvir como antes...”


Esse texto foi publicado no primeiro livro de Palmer sobre a Quiropraxia, e da maneira como foi escrito, com todo o cuidado que lhe era peculiar, nos faz imaginar que a realidade deve ter sido um pouco diferente. Ao que parece, Palmer estava intrigado com o caso de Lillard, e já tinha tentado tratá-lo com seus toques de terapeuta magnético sem que houvesse qualquer melhora. Alguns textos recolhidos posteriormente dão conta que Palmer já tinha percebido uma saliência nas costas de Lillard e o exame da região dava a impressão de que “a vértebra estava fora de lugar”. Ele tentou várias vezes empurrar a vértebra, mas sem sucesso, até que um dia ele ouviu um ligeiro “click” e lhe pareceu que a vértebra “finalmente se encaixou”. À partir daí, a audição de Lillard começou a melhorar progressivamente.


Outro fato curioso referente a este episódio foi contado, anos depois, pela filha de Harvey Lillard, história essa contada por seu pai: D.D. Palmer estava em sua sala estudando quando ouviu Lillard e outro paciente contando histórias engraçadas. Palmer, sem que eles percebessem, se aproximou para ouvir melhor e no final da história soltou uma gargalhada e bateu com o livro que estava em suas mãos nas costas de Lillard. Mais tarde, Lillard contou a D.D. Palmer que ele tinha passado a ouvir melhor depois do episódio.

 

Mesmo que hoje saibamos que a audição não depende diretamente de nenhum nervo vertebral, a importância desta manipulação foi entendimento posterior de suas implicações globais. D.D. Palmer passou a se dedicar ao estudo do que tinha ocorrido, e ao final de alguns meses, estabeleceu a Filosofia, Ciência e Arte da Quiropraxia. Um novo sistema de cuidado da saúde estava criado.

 

No seu primeiro livro, D.D. Palmer descreve aquele que foi seu segundo ajuste, e foi ainda mais enfático: "Logo depois da cura da surdez, eu tive um caso de “problema cardíaco” que não melhorava. Eu examinei sua coluna e encontrei uma vértebra desalinhada que pressionava os nervos que inervavam o coração. Eu ajustei a vértebra e obtive alivio imediato; e não havia nada de “acidental” ou “grosseiro” nisto. Então eu comecei a raciocinar que se duas doenças tão diferentes, como a surdez e um problema cardíaco, se curaram com o realinhamento da vértebra, porque outras doenças não poderiam ter causa semelhante?

 

É bem verdade que esse dramático início causou muito excitamento. Palmer chegou realmente a pensar que tinha descoberto a cura da surdez. Vários deficientes auditivos procuraram Palmer para serem “curados”, mas não houve registro de outro sucesso. Mas outras histórias “milagrosas” tornaram-se comuns, e as controvérsias que cercam a Quiropraxia começaram. É razoável supor que muitos quiropraxistas e seus pacientes assumissem que suas graves doenças tinha sido “curadas”, mas em muitos casos o problema tinha sido um erro no diagnóstico inicial. O médico formulava o diagnóstico de que o paciente tinha um problema cardíaco, quando, na verdade, a dor no peito era resultado de uma dor intercostal, não um real problema cardíaco.

 

De qualquer maneira, Palmer se aprofundou nos estudos sobre os mistérios da saúde, e passou a trabalhar secretamente. Seus experimentos eram realizados em sua sala às escuras e à portas fechadas. Observar suas palpações e ajustes era impossível mesmo para quem estivesse dentro da sala. Os escritos deixados por ele indicam que ele buscava a causa das doenças.

 

Todo o conhecimento acumulado em seus anos de estudo foi fundamental. Assim, D.D. Palmer descobriu desde o primeiro ajuste a importância de sua descoberta, e logo passou a buscar uma nome para sua nova ciência. Com a ajuda do paciente e amigo, um veterano da Guerra Civil, o Reverendo Samuel Weed, uma palavra foi cunhada. A data de nascimento dessa nova palavra, chiropractic, foi 14 de janeiro de 1896. O reverendo Weed que tinha estudado hebraico e grego, sugeriu três ou quatro nomes. Palmer olhou para eles e decidiu usar chiropractic, derivado da palavra grega para “mãos” (cheir) e “feito por” (praktos), juntadas para criar “Chiropractic”, que significa “prática pelas mãos”.[1]

 

Palmer passou os anos seguintes desenvolvendo suas teorias, até que concluiu que a premissa básica da Quiropraxia: a causa de virtualmente todas as doenças é a subluxação vertebral, e o ajuste articular específico, a cura. Nos primeiros anos da profissão, essa filosofia – uma causa, uma cura – foi o que norteou os pioneiros

 

Embora uns poucos quiropraxistas contemporâneos ainda acreditem nessa formulação simplista, também é verdade que o que distingue ainda hoje a profissão é a detecção e correção da subluxação vertebral. Na verdade, os quiropraxistas fazem muito mais, mas é esta a única coisa que permitiu que a Quiropraxia atravessasse esse século e sobrevivesse aos constantes ataques da medicina ortodoxa.


O Início da Educação em Quiropraxia

D.D. Palmer era bastante reservado sobre sua descoberta pois temia que outros pudessem copiá-la tornando-se competidores. Pesadas cortinas cobriam as janelas para impedir que outras pessoas observassem suas palpações e manipulações. Talvez ele tivesse tentado manter sua arte em segredo para as próximas gerações. Uma das histórias sobre essa época foi contada por David D. Palmer:

 

“No seu consultório D.D. mantinha um espelho voltado para o rosto do paciente, assim, ele podia ver a expressão facial durante os ajustes. O espelho era ligeiramente desviado para o lado, de modo que o paciente não pudesse ver como a manobra estava sendo realizada. Se fosse necessário para o paciente ficar em frente ao espelho, D.D. se colocava entre o paciente e o espelho. Um dia, D.D. esqueceu de sua costumeira precaução. Ele notou o paciente que o estudava cuidadosamente. D.D. jogou o espelho contra a parede e o quebrou em pedaços. Depois disso nenhum espelho foi permitido em seu consultório. Depois desse incidente, D.D. repensou sua postura e, em 1897 estava determinado a ensinar sua arte”.

 

Com esse objetivo, D.D. abriu a Palmer School and Infirmary of Chiropractic. em 1897 e começou a ensinar exclusivamente a Quiropraxia; e em janeiro de 1898, William A. Seeley se torna seu primeiro estudante. Em 6 de janeiro de 1902, quatro estudantes se graduaram como Doutores em Quiropraxia (Doctors of Chiropractic). Dentre eles, o filho de D.D. Palmer, Bartlett Joshua Palmer, nascido em 1881, e sua esposa Mabel.. B.J. trabalhou junto com seu pai no Ryan Building, e em abril daquele ano, foi indiciado por praticar medicina sem licença. Aumentam as pressões sobre a Quiropraxia. Em 1906, o próprio D.D. Palmer vai a julgamento e é condenado a pagar $350 de fiança. O Illinois Medical Journal chegou a escrever que Palmer era “o mais perigoso homem em Iowa fora da prisão”, além de o descrever como um “insano... paranóico, um homem cuja irresponsabilidade é criminosa”. Nesta época, Palmer publica “Um Governo Invisível”, onde acusa a medicina de tentar monopolizar a assistência à saúde”.

 

As preocupações de D.D. Palmer se provaram proféticas, pois vários dos primeiros graduados, fundaram suas próprias escolas, além de começarem a praticar “novas técnicas”. A Quiropraxia começa a se dividir e os ataques a D.D. Palmer se tornam freqüentes, dentro e fora da profissão. Quase todos os graduados em Quiropraxia são indiciados, o que estimula B.J. a fundar a UCA (Universal Chiropractic Association) para defender a profissão. O quadro só muda quando em 1907, em Wisconsin, um dos estudantes da Palmer College, Dr. Shegataro Morikubo, foi preso por “exercício sem licença de medicina, cirurgia, e osteopatia” e pelo uso da palavra “doutor”. O advogado contratado para defendê-lo foi o então Senador Tom Morris, conhecido por sua luta por causas humanitárias, inclusive do direito de voto às mulheres. Morris ficou indignado ao ver tantos quiropraxistas serem presos e impedidos de trabalhar, e procurou B.J.

 

No caso do Dr. Morikubo, Morris usou a estratégia de primeiro provar que o Dr. Morikubo não prescrevia medicamentos e nem realizava cirurgias, somente utilizando as mãos para tratar os doentes, não podendo assim ser acusado de exercício ilegal da medicina. Segundo a tese de Morris, Morikubo só deveria ser acusado de prática ilegal de osteopatia. Quando o juiz concordou com sua tese, sem perceber ele criou uma importante jurisprudência: arte médica não significa medicina.

 

À partir daí Morris passou a demonstrar que havia distinção entre as duas formas de “ajustes articulares”. Para a osteopatia, a base fisiológica está no papel preponderante da circulação sangüínea. Já para a Quiropraxia esse papel é exercido pelos nervos. Durante sua defesa, ele chamou o osteopata e agora também quiropraxista Charles Linning. Após dois dias de testemunhos, o júri ficou apenas 25 minutos deliberando para retornar com o veredito de “inocente”.

 

Essa decisão foi histórica: o Dr. Morikubo não estava praticando medicina ou osteopatia, mas sim uma distinta forma de promoção da saúde, Quiropraxia. Em 1913, o Kansas torna-se o primeiro estado a licenciar quiropraxistas. Em 1927, a Quiropraxia já está licenciada em 39 estados americanos. O interessante aspecto sobre o argumento da defesa de Morikubo é que ela foi baseada na filosofia desenvolvida por D.D. Palmer. Logo os outros quiropraxistas, inclusive seus detratores descobrem que para praticar sua profissão sem riscos deveriam seguir a linha criada por Palmer. À partir daí, Palmer nunca mais abandonou a expressão: “Filosofia, Ciência e Arte da Quiropraxia”.

 

Esse episódio marcou o início de um longo relacionamento entre Morris e a Quiropraxia, que perdurou até sua morte em 1928. Durante estes anos, Morris estabelecia as bases legais da profissão, enquanto B.J. lutava pelo seu reconhecimento científico. Ambos fundaram a primeira associação de Quiropraxia, e cada profissional pagava 5 dólares para ter assessoria legal. Mas a intransigência de B.J. com aqueles que não concordavam com suas idéias – os quais ele chamava de “impuros” – culminou na fundação da ACA (American Chiropractic Association), em 1922.

 

O gênio difícil de ambos, pai e filho, se traduzia numa relação tumultuada. O clima entre B.J. Palmer e D.D. Palmer nunca foi bom. D.D. chegou inclusive a abandonar Davenport por uma época e deixou o jovem e inexperiente B.J. sozinho na administração da Palmer School. Mas foi o envolvimento de B.J. Palmer que salvou a escola, tanto financeiramente, quanto sua reputação. B.J. Palmer construiu uma instituição proeminente, e contribuiu decisivamente para a aceitação da Quiropraxia pelo público e pelos legisladores. A Quiropraxia cresceria em popularidade nos próximos cinqüenta anos, graças ao estilo incansável de B.J. Palmer.

 

Dentre outros feitos, foi proprietário de várias estações de rádio. Sua primeira estação foi a WOC (Wonders of Chiropractic) e, depois, comprou a WHO (With Hands Only) em Des Moines em 1928. Eram comuns os concursos com modelos que eram avaliadas por sua postura perfeita. Mas a rainha só era coroada depois de ter sua coluna vertebral checada através de uma radiografia. A Palmer School foi a primeira escola americana a contar com um equipamento próprio de raios X. Inúmeros folhetos explicando o que era a Quiropraxia eram produzidos na própria gráfica da Palmer School.

 

D.D. Palmer morreu em 20 de outubro de 1913, em sua casa em Los Angeles, devido a complicações decorrentes de febre tifóide. Mas, os eventos que cercaram sua morte foram controversos; convidado a tomar parte de uma festa em sua homenagem, em Davenport, Palmer quase foi atropelado pelo carro dirigido por B.J. Quando D.D. morreu alguns meses depois, B.J. foi indiciado por assassinato por ter “atropelado” seu pai. B.J. foi absolvido pois havia testemunhas que provaram que seu carro parou próximo a seu pai, mas nunca chegou a tocá-lo.

 

Diferentemente do estilo agressivo de seu pai, na promoção da profissão, B.J. Palmer usou a política. Lentamente, ele trabalhou sua técnica “dentro” do sistema. Seus pacientes incluíram presidentes americanos e grandes executivos de todo o mundo. Harry Houdini, Herbert Hoover, Jack Dempsey, Harry Truman e Ronald Reagan foram alguns dos convidados em sua casa. B.J. Palmer morreu em 1961, não antes de ver a Quiropraxia se transformar no maior sistema de cuidado de saúde não-medicamentoso dos EUA.

 

A Palmer School, hoje Palmer College of Chiropractic, passou de 15 estudantes em 1901, para 3.100 em 1923. Hoje, existem mais de 30 instituições ensinando a Quiropraxia, em todo o mundo, a mais de 20.000 estudantes. Se não fosse o esforço do Dr. B.J. Palmer, a Quiropraxia, como profissão, não teria sobrevivido aos ataques da comunidade médica.


O Desenvolvimento da Profissão

Depois da metade dos anos 20, a Quiropraxia sentiu as mesmas dificuldades apresentadas por toda a sociedade americana, principalmente depois da Grande Depressão que culminou na quebra da Bolsa de Valores. Os pacientes escassearam, o número de estudantes diminuiu e várias escolas foram fechadas.

 

Mas, a Quiropraxia conseguiu se superar, e dois fatos contribuíram majoritariamente: o primeiro foi o fortalecimento dos defensores de alterações nos critérios de ensino da Quiropraxia. Essa tese evoluiu até que, em 1941, o Dr. John Nugent, diretor de educação da Associação Nacional de Quiropraxia, estabeleceu o primeiro critério de regulamentação para as escolas de Quiropraxia. Com efeito, a grande aceitação da Quiropraxia, ao longo dos anos seguintes, deveu-se à uma melhor qualidade da educação e ao desenvolvimento de uma melhor tecnologia diagnóstica.

 

O segundo fato está ligado à Segunda Guerra Mundial. Devido à guerra, os jovens recrutados se viram impedidos de estudar e seguir uma profissão. Quando veio o fim da guerra em 1944, um plano governamental, o chamado G.I. Bill, permitiu aos jovens americanos obterem diversos benefícios, inclusive bolsas para estudar Quiropraxia. Esta estratégia permitiu o desenvolvimento e o crescimento das escolas de Quiropraxia nos Estados Unidos.

 

O Dr. David Palmer era o filho de B.J. Palmer. Ele se tornou o presidente da Palmer School depois da morte de seu pai, em 1961, e promoveu mudanças na forma de ensino da Quiropatia. Foi ele o responsável pela transformação da faculdade em uma instituição sem fins lucrativos. Dr. Dave morreu em 1978.

Hoje, estima-se que existam 90.000 Doutores em Quiropraxia (D.C. - Doctors of Chiropractic) em todo o mundo, fazendo da Quiropraxia o segundo maior segmento, dentre as três principais artes de cura: medicina, Quiropraxia e osteopatia, e de longe, a maior dentre todas as medicinas naturais.

 

[1] (*) Também encontramos freqüentemente a grafia Quiroprática e Quiropatia.

 

 

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